• CAMPOS NOVOS

    PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA

    • Rua Praça Lauro Müller, 201, Centro p.179, Cep: 89620-000 Campos Novos, SC, Brasil

    Tel. (55) (49) 3544.0216

    e-mail: psaojoaobatistacn@hotmail.com

    • P. Dirceu De Rocco, Pároco
    • P. Dominikus Ratu, Vigário paroquial
    • P. Zelindo Antônio Ballen, Vigário paroquial

HISTÓRIA: 

A paróquia foi criada no dia 16 de junho de 1854. A igreja matriz foi inaugurada em 1947. Em abril de 1948 a paróquia foi confiada aos cuidados pastorais dos Missionários Scalabrinianos: Pe. Giovanni Simonetto (pároco) e Pe. Giuseppe Corradin (vigário paroquial). Por iniciativa do Pe. Quintilio Costini (vigário paroquial), em abril de 1958 a paróquia comprou a Rádio Cultura e, em 1975, o bispo de Joaçaba, SC, doou-a para a Congregação Scalabriniana. Também por iniciativa dele construiu-se um edifício para servir de escola e, em 1975, ali passou a funcionar também o Seminário Paulo VI.
Grande destaque é o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, no Bairro Nossa Senhora Aparecida, meta de peregrinação de muitos romeiros, sobretudo do Estado de Santa Catarina, mas também de outros. O Pe. João Granzotto foi o idealizador da romaria: a primeira aconteceu em outubro de 1978.

 

HISTÓRIA:

A paróquia foi criada no dia 16 de abril de 1972. No dia 02 de julho de 1972 tomou posse o primeiro pároco scalabriniano: Pe. Armando de Costa. Em janeiro de 1973, chegou o vigário paroquial, Pe. Bruno Todesco, e também as Missionárias de São Carlos Borromeo (Scalabrinianas). A igreja matriz foi inaugurada no dia 08 de agosto de 1976. Em 1977, Pe. Armando fundou o CEMIC – Centro de Estudos do Menor e Integração à Comunidade, obra social ligada à paróquia para cuidar de crianças e adolescentes. Com a chegada de imigrantes haitianos, foi iniciada a Pastoral do Migrante na paróquia, em 2013, e nos anos seguintes passou a ser arquidiocesana.

 

HISTÓRIA: 

Em julho de 1998 um grupo de Padres Scalabrinianos realiza uma missão no território da paróquia e, no dia 30 de agosto de 1998, toma posse o Pe. Genoir Pieta, primeiro pároco scalabriniano. Em abril de 1999, recebe ajuda de um diácono scalabriniano. O primeiro vigário paroquial só chegou em fevereiro de 2001: Pe. Fiorindo João Ghiggi. Em outubro de 2001, começou o Centro Paroquial Vocacional para o acompanhamento e discernimento de jovens vocacionados. Em junho de 2003 começou a pastoral de atenção aos bolivianos e visita aos índios Guatós, de Porto Índio. Em 2005, foi inaugurado o Centro de Atendimento aos Migrantes junto à Cúria diocesana.

 

 

HISTÓRIA:

No dia 17 de agosto de 1980, os Padres Antônio Gallo e Carlos Verri instalaram o Centro de Pastoral para Migrantes (CPM). A paróquia foi criada em 27 de fevereiro de 1983, sendo nomeado primeiro pároco, o Pe. Elói Dalla Vecchia. Em fevereiro do ano seguinte chegou o Pe. Sestílio Bortolo Focchesatto, como vigário paroquial. Em 1995 foi lançada a pedra fundamental da igreja matriz. Desde a origem, paróquia e centro pastoral sempre foram duas instituições que operaram juntas na atenção ao migrante.

 

HISTÓRIA:

Já em 1886 o sacerdote italiano Pedro Colbachini atendia esta colônia de italianos. Ao se inteirar da congregação fundada por Dom Scalabrini, entrou em contato com o bispo pedindo missionários e ele mesmo se ofereceu para fazer parte do novo Instituto. Naquele mesmo ano é inaugurado o Cemitério de Santa Felicidade (tombado pelo setor do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Paraná, em 1977). Aos 08 de agosto de 1888 chegaram os primeiros Missionários de São Carlos, Pe. Domenico Mantese e Pe. Guiseppe Molinari. Em 1889, o Pe. Pedro Colbachini transferiu-se para Santa Felicidade. No Natal de 1891, a nova igreja foi abençoada. Em novembro de 1895 foi criada a Capelania Curada para os imigrantes italianos com sede em Santa Felicidade. Além do Pe. Colbachini, animaram a Capelania os padres Francisco Brescianini, José Martini e Pedro Rigo. Em 08 de dezembro de 1900 foi inaugurada a Escola Paroquial de Santa Felicidade, confiada às Irmãs do Sagrado Coração de Jesus (atual Colégio Imaculada Conceição).
Somente em 1937 foi criada canonicamente a Paróquia São José, sendo o primeiro pároco, o Pe. Pedro Rigo. No ano de 1980, foi criado o Centro Pastoral do Migrante (CPM) por iniciativa do Pe. Armelindo Costa, que, em 2013, passou a ser denominado Centro de Atendimento ao Migrante (CEAMIG) e seu primeiro diretor foi o Pe. Mário Geremia. Em 2013, a paróquia passou a ser denominada São José e Santa Felicidade.

 

HISTÓRIA: 

Em 1889, foi criada a Capelania Curata de Curitiba para os imigrantes italianos, com sede no bairro Água Verde, e confiada aos missionários scalabrinianos. A partir dali eles atendiam as colônias e núcleos de imigrantes na região de Curitiba. Os padres Francisco Briscianini e Faustino Consoni foram responsáveis pelo cuidado da capelania de Umbará. No dia 29 de junho de 1896, foi benta a nova igreja, embora ainda não estivesse pronta. Entre os anos 1905 a 1910 houve uma pausa da atenção espiritual dos Missionários de São Carlos, ficando encarregados de tal tarefa os padres claretianos e os diocesanos. A partir de 1911 até 1920, retornaram os scalabrinianos. Depois, os padres Josefinos e posteriormente os Capuchinhos se ocuparam do atendimento espiritual da comunidade. Somente em 07 de junho de 1936, os Scalabrinianos assumem de novo a então instituída Paróquia São Pedro, sendo o primeiro pároco o Pe. Orestes Tondelli. A atual igreja matriz foi concluída em junho de 1940. Em 2019 a paróquia foi desmembrada e criou-se a nova Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, confiada ao clero diocesano.

 

HISTÓRIA: 

No dia 20 de abril de 1896 o Pe. Domenico Vicentini tomou posse como pároco. Foi substituído pelo Venerável Pe. Massimo Rinaldi, em 1º de outubro de 1904. Desde a sua criação, esta paróquia sempre esteve aos cuidados pastorais dos Missionários Scalabrinianos. Em 1904, o fundador e bem-aventurado João Batista Scalabrini esteve visitando-a. Em 2004, por iniciativa do pároco, Pe. Ênio Luiz Bottan, foi inaugurado o centro de evangelização bem-aventurado João Batista Scalabrini.

 

HISTÓRIA: 

Com o objetivo de prestar atendimento aos migrantes estrangeiros na grande Florianópolis e no litoral catarinense e estar presente no Setor Migrações do Regional Sul 4 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os Missionários Scalabrinianos assumiram esta paróquia em 25 de agosto de 1996, quando tomou posse o pároco Pe. Guerino Piccini. O primeiro vigário paroquial chegou em fevereiro de 1997, Pe. Achille Zanon, possibilitando ao pároco assumir mais as atividades de pastoral migratória. Em julho de 2002, os Scalabrinianos devolvem os cuidados pastorais desta paróquia para a arquidiocese e continuam dando assistência à pastoral do migrante desde Porto Alegre, RS. Em 2011, os Scalabrinianos voltaram a Florianópolis, primeiro residindo junto aos padres diocesanos na catedral, depois reassumindo a Paróquia Santa Teresinha, na Prainha. Em outubro de 2019, foi inaugurada a Casa do Migrante Scalabrini.

 

HISTÓRIA:

No dia 04 de março de 2007 foi criada a Paróquia Bom Jesus do Migrante, desmembrada da antiga Paróquia São José Operário. Esta, desde sua origem (05 de setembro de 1976), esteve aos cuidados dos Scalabrinianos e seu primeiro pároco foi o Pe. Alcides Angonese. Os Scalabrinianos chegaram para atender os trabalhadores da usina e suas famílias, e ali constituíram várias comunidades (capelas). Grande destaque na obra da evangelização se deve ao Pe. Luigi Salvucci  que trouxe o Movimento Convívio Damasco (para adultos) e criou o Movimento Convívio Tabor (para jovens), e ao Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa que implantou o Curso de Liderança Juvenil (para os grupos de jovens). Em setembro de 2003, o Pe. Albino Matei foi designado para trabalhar a serviço da Diocese no Projeto Três Fronteiras. A partir de 2004, com a divisão da paróquia, os Scalabrinianos seguiram acompanhando esses movimentos e concentrando-se na atividade de pastoral migratória na tríplice fronteira.

 

HISTÓRIA: 

O primeiro scalabriniano a tomar posse nesta paróquia foi o Pe. Henrique Preti, em janeiro de 1914. Foi obra dele a construção da igreja matriz, inaugurada em 1917. Em fevereiro de 1917 chegam as Missionárias de São Carlos Borromeo (Scalabrinianas). Em fevereiro de 1939, começou a funcionar o Seminário “Aeterni Patris” para a formação dos futuros missionários scalabrinianos. A atual igreja matriz, em estilo gótico, foi inaugurada em 1950, quando era pároco o Pe. Quintilio Costini. No ano de 1954, a Rádio Sulina passa a pertencer aos Padres Scalabrinianos que trocam o nome para Rádio Aurora. Por iniciativa do Pe. Tranquillo Lorenzin, em 24 de setembro de 1968 foi inaugurado o Lar da Criança Primo e Palmira Pandolfo (nome dos doadores do terreno). Em agosto de 1999 o Pe. Redovino Rizzardo assumiu como o primeiro diretor do Recanto São Carlos, o recém criado centro de espiritualidade, nas antigas dependências do Seminário São Carlos.

 

  • POUSO ALEGRE

    CENTRO MISSIONÁRIO SÃO JOÃO BATISTA SCALABRINI 

    • Capela Sagrado Coração de Jesus (Capela das Doroteias), Rua Francisco Sales, 70, Centro, Pouso Alegre – MG
  • Pe. Valdecir Mayer Molinari, Diretor
  • Pe. Nguyen Van Hoach (Peter), Vice-diretor

HISTÓRIA: 

A presença scalabriniana em Minas Gerais teve início em 05 de maio de 2006, quando o Pe. Emídio Girotto foi residir provisoriamente na Paróquia Sagrada Família, em Três Corações. Em 27 de março de 2007, os Scalabrinianos Pe. Emídio e Pe. Alejandro Cifuentes Flores foram residir no Santuário Bom Jesus dos Aflitos, localizado no distrito de Itaci, município de Carmo do Rio Claro, porém sob a jurisdição da paróquia de Campo do Meio, diocese de Campanha. Dois projetos levaram os Scalabrinianos para o sul de Minas Gerais: o acompanhamento dos migrantes temporários na colheita do café e a animação vocacional. Em dezembro de 2009, o bispo diocesano criou a Região Pastoral Bom Jesus dos Aflitos.

 

HISTÓRIA: 

No 28 de janeiro de 1951, o curato Sagrado Coração de Jesus, no bairro Colônia, foi confiado aos cuidados dos Scalabrinianos, sendo designado para assumi-lo o Pe. Hermenegildo Amianti. Aos 07 de setembro de 1952, foi instituída a Paróquia do Sagrado Coração de Jesus e o primeiro pároco a tomar posse foi o Pe. Hermenegildo e, em fevereiro de 1953, recebeu o Pe. Horácio Capellari como vigário paroquial. Coube-lhes também o cuidado pastoral da Colônia Caxambu. Em 24 de dezembro 1957 foi inaugurada a igreja matriz. No terreno ao lado do templo foi construído o Seminário São Joaquim, inaugurado no dia 08 de junho de 1972. Em 28 de maio de 1988 aconteceu a primeira Festa Italiana da Colônia, que na atualidade faz parte do calendário cultural de Jundiaí. No terreno aos fundos do Seminário foi inaugurado o Recanto Scalabrini, uma casa de repouso para sacerdotes idosos, no dia 15 de novembro de 1995. O atual templo foi inaugurado em 2014.

 

HISTÓRIA:

No dia 04 de janeiro de 2009, os primeiros padres scalabrinianos tomaram posse na paróquia, sendo o Pe. Valdecir Mayer Molinari, pároco, e o Pe. Gelmino Antônio Costa, vigário paroquial.  Em fevereiro, chegou um segundo vigário paroquial, Pe. Moacir Calza. A presença da Congregação ali mostrou-se providencial, pois, em 2010, deu-se a chegada massiva de imigrantes haitianos e, em 2016, foi a vez dos venezuelanos. Para o acolhimento dos imigrantes, os Scalabrinianos instituíram duas casas de acolhida.

HISTÓRIA: 

A primeira atividade pastoral dos Missionários Scalabrinianos na capital gaúcha deu-se em 1953, com o Pe. Paolo Bortolazzo. Dom Vicente Scherer reza a primeira Missa na capelinha dedicada à Nossa Senhora do Rosário de Pompeia, em maio de 1958 e, em agosto, é criada a sociedade civil denominada Centro Cultural Cívico Assistencial Nossa Senhora de Pompeia para a imigração; no ano seguinte, passou a denominar-se Centro Ítalo-Brasileiro de Assistência aos Imigrantes (CIBAI). Em 30 de dezembro de 1959 foi criada a Paróquia Pessoal dos Italianos e, em setembro de 1995, foi abençoada a primeira pedra da igreja. A “igreja da Pompeia”, como ficou conhecida, tornou-se, ao longo dos anos, uma referência para assistência e atenção aos migrantes. Foi também centro de evangelização do Cursilho de Cristandade e do Movimento Emaús. Em 1980, as Missionárias Seculares Scalabrinianas passam a integrar a equipe do CIBAI, prestando serviço sociojurídico e pastoral aos migrantes hispano-americanos e, em 1989, foram substituídas pelas Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo (Scalabrinianas) até 2001. Em julho de 2021, foi inaugurada a Casa do Migrante Guadalupe, obra assistencial do “CIBAI Migrações”, como é denominado hoje.

 

HISTÓRIA:

A missão scalabriniana no Rio de Janeiro começou em fevereiro de 1954, com os Padres Mário Consonni e Antônio Gallo, que ficaram hospedados no colégio Nossa Senhora das Dores, em Brás de Pina. Começaram assistindo os italianos e assumiram a direção da Comissão Católica da Imigração, vinculada à Arquidiocese. No ano seguinte, iniciaram as celebrações de Missas em língua italiana, na paróquia Nossa Senhora do Rosário e São Benedito. Em junho de 1956, foi criada a Paróquia Pessoal Italiana do Rio de Janeiro. Em 1957 foi comprada uma casa e terreno no bairro Botafogo, onde finalmente os padres foram residir. Em 1958, foi inaugurado o ambulatório médico, sob responsabilidade dos cavaleiros da Ordem de Malta. Em setembro desse mesmo ano foi abençoada a chamada “capela dos italianos”, dedicada a São Pio X e ali se constituiu o Centro Assistencial Católico Italiano (CACI). No dia 03 de março de 1966, foi criada a Paróquia de Santa Cecília e São Pio X e o primeiro pároco foi Pe. Mário Rimondi. Esta missão estendeu sua pastoral também aos migrantes latino-americanos e aos marítimos, através do Centro Stella Maris, fundado em 1998, dentro do porto do Rio de Janeiro.

 

HISTÓRIA:

A Paróquia Pessoal do Apostolado do Mar foi criada em março de 1971, quando se fundou o centro Stella Maris, em Santos. A igreja Nossa Senhora dos Navegantes é a matriz da Paróquia Pessoal do Apostolado do Mar – Stella Maris, e o pároco tem jurisdição sobre todas as pessoas que frequentam este templo e sobre os pescadores e suas famílias, que residem ou trabalham na diocese de Santos. Os primeiros dois Scalabrinianos foram os Padres Alessandro Gramola e Artemino Brugnarotto, nomeados co-párocos, e moravam no centro Stella Maris, onde há também a capela de Santa Edwiges. O Apostolado do Mar demorou alguns anos para desenvolver o seu programa pastoral, porque a direção do Porto de Santos não autorizava o ingresso dos religiosos e voluntários em suas dependências. Tal permissão só aconteceu a partir de 1979.

 

HISTÓRIA:

A paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, de São Bernardo, foi criada em 21 de outubro de 1812. Desde 1897, a presença de imigrantes italianos aumentou significativamente na região, o que levou os Missionários Scalabrinianos a assumirem a paróquia em 1904. O primeiro pároco foi o Pe. Francesco Dolci. A devoção à Nossa Senhora da Boa Viagem surgiu com os carroceiros que passavam por ali para seguir pelo Caminho do Mar, rumo a Santos. Paravam junto a um pequeno nicho com a imagem de Nossa Senhora para pedir sua proteção nas viagens. Em 1961, São Bernardo foi decretado co-padroeiro da paróquia. Em 2011, a paróquia recebeu o título de Basílica Menor.

 

HISTÓRIA: 

A paróquia foi criada em 1º de janeiro de 1958. Primeiro foi confiada aos Padres Verbitas e, a partir de 31 de março de 1968, aos Padres Scalabrinianos. O primeiro pároco scalabriniano foi o Pe. Bruno Busatta, que assumiu em 15 de fevereiro de 1969, tendo como vigário paroquial o Pe. Fiorindo João Ghiggi. Em julho de 1969 deu-se a bênção da pedra fundamental daquela que seria a atual igreja matriz. Em março de 1978, na antiga casa paroquial começou a funcionar o Seminário São Miguel. Por iniciativa do pároco, Pe. Antônio Bortolamai, em 14 de maio de 1987 foi inaugurado o Lar Dom Scalabrini, para pessoas idosas.

 

HISTÓRIA:

Desde o começo de 1950, na capela do Instituto Cristóvão Colombo, o antigo orfanato fundado pelo Pe. José Marchetti, em 1895, eram rezadas Missas para o povo. Em outubro de 1957 foi criada a Paróquia São João Batista, mas só foi instalada aos 19 de janeiro de 1958. O primeiro pároco foi o Pe. Pedro Zamberlan. Com o tempo, foram criadas outras paróquias no bairro e, infelizmente, a Paróquia São João Batista ficou isolada entre os muros do Instituto Cristóvão Colombo. Na igreja encontra-se a urna com os restos mortais do venerável Pe. José Marchetti.

 

  • IGREJA SANTO ANTÔNIO

    • Praça do Patriarca, 49, Bairro Sé, Cep:01002-010 São Paulo, SP

    Tel. (11) 3242.2414
    e-mail: igrejasantoantonio@bol.com.br

    • P. Cesare Ciceri, Capelão
    • P. Agostinho Félix Dalpian, Confessor
    • P. Rovílio Guizzardi, Confessor
    • P. Alceu Bernardi, Confessor

HISTÓRIA:

A igreja Santo Antônio foi fundada nas últimas décadas do século XVI. A igreja é tombada pelo poder público estadual desde 1970, em virtude de sua importância histórica, artística e arquitetônica. Dois incêndios, reformas e outras obras causaram mudanças em sua estrutura. Em 2005, foram descobertas importantes pinturas murais seiscentistas, de alta qualidade técnica e artística, as mais antigas de que se tem notícia em São Paulo. A igreja foi confiada aos cuidados pastorais dos Missionários de São Carlos a partir de 1908. O Pe. Marcos Simoni foi o primeiro capelão. Por sua localização, no centro da cidade de São Paulo, a igreja é muito visitada, também pelos serviços religiosos oferecidos através de Missas, confissões, orientação espiritual e bênçãos.

 

HISTÓRIA:

A paróquia Nossa Senhora da Paz foi criada no dia 24 de março de 1940, embora desde 1936 os Scalabrinianos já pensavam em uma casa religiosa com igreja e obras sociais para atender a comunidade italiana. Somente em maio foi nomeado o primeiro pároco: Pe. Mário Rimondi. Em 1945, iniciaram-se as obras de construção do centro social. Atualmente a Igreja da Paz é referência no atendimento aos migrantes na cidade de São Paulo. Além do templo, funciona o Centro Pastoral do Migrante que compõe a Casa do Migrante, o Centro de Estudos, a Paróquia local Nossa Senhora da Paz, a Paróquia Pessoal Italiana São Francisco de Assis e Santa Catarina de Sena (oficialmente instituída em 1956, cujo pároco atual é o Pe. Paolo Parise) e Paróquia Pessoal dos Latino-Americanos (cujo pároco atual é o Pe. Irmani Paulo Borsatto).

 

HISTÓRIA: 

28 de dezembro de 1927 é a data de criação da paróquia. O primeiro pároco scalabriniano foi o Pe. Enrico Preti. Em 1938, as Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeo (Scalabrinianas) abriram uma comunidade religiosa nesta paróquia. Em dezembro de 1941, foi colocada a pedra fundamental da atual igreja matriz. Em 1951, os Missionários Scalabrinianos assumiram a condução do Ginásio Sarandi. No ano seguinte, entrou em operação a Rádio Sarandi, mantida pela Congregação. No ano de 1965, os Padres Scalabrinianos fundaram o Patronato Júlio Mailhos para assistência de meninos pobres e vulneráveis, num terreno recebido em doação pela família Mailhos.

 

  • SERAFINA CORRÊA

    PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

    • Rua Dom João Batista Scalabrini, 263, Cep:99250-000 Serafina Corrêa, RS

    Tel. (54) 3444.1057
    e-mail: santuariosc@gmail.com

    • P. Celito Percisi, Pároco
    • P. Armelindo Costa, Vigário paroquial
    • P. Moacir Calza, Vigário paroquial

     

HISTÓRIA: 

A paróquia foi fundada no dia 10 de novembro de 1905 e a igreja matriz foi inaugurada em 1923. O primeiro pároco scalabriniano foi o Pe. Ernesto Consoni, que assumiu a paróquia em agosto de 1920. Em 1950 chegaram as Missionárias Scalabrinianas, que assumiram a assistência no hospital paroquial e no Jardim de Infância. Em fevereiro de 1960, foi inaugurado o colégio paroquial Nossa Senhora do Rosário. A devoção mariana sempre foi muito forte nesta comunidade paroquial e devido a isso, no dia 13 de fevereiro de 1983, o bispo de Passo Fundo consagrou a igreja matriz como Santuário Diocesano de Nossa Senhora do Rosário. Tendo em vista a evangelização, por iniciativa do Pe. Quintilio Costini, foi fundada a Rádio Rosário, em dezembro de 1984.

 

HISTÓRIA: 

A paróquia Bom Jesus dos Migrantes foi criada em 29 de junho de 1974, na região periférica de Brasília, onde a chegada de migrantes era constante. O primeiro pároco, nomeado no mesmo dia da criação da paróquia, foi o Pe. Giuseppe Corradin e seu vigário paroquial foi o Pe. Natale Ubaldi. Em maio de 1978, os Scalabrinianos designam um padre para ser assessor da Pastoral Migratória na CNBB. Em junho de 1989 foi inaugurada a atual igreja matriz. Além de atender à paróquia, os Scalabrinianos sempre ocuparam um serviço na pastoral do migrante junto à CNBB.

 

  • GUARUJÁ

    PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

    • Rua Pe. Anchieta, 107, Vila Alice, Distrito Vicente de Carvalho, Cep:11450-170 Guarujá, SP

    Tel. (13) 3352.1218

    • Pe. Pedro Luiz Nierotka, Pároco
    • Pe. Tacízio Pontel, Vigário paroquial

HISTÓRIA :

A preocupação com os imigrantes italianos que desembarcavam no porto de Santos, levou a Congregação Scalabriniana a pensar numa sede na baixada santista. Em 30 de novembro de 1957, foi criada a paróquia em Vicente de Carvalho (cujo antigo nome era Itapema). Em 15 de dezembro de 1957 foi nomeado o primeiro pároco, Pe. Antônio Cervini. Embora existam, em número bem reduzido, imigrantes europeus (portugueses, espanhóis e italianos), Vicente de Carvalho caracteriza-se pela presença maciça de migrantes internos, em particular, pessoas provenientes do Norte e do Nordeste do Brasil. A vivacidade da fé popular sempre foi uma marca característica desta paróquia. Em 3 de outubro de 2016, a Paróquia Nossa Senhora das Graças foi desmembrada com a criação da nova paróquia São José.

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