Encontro dos Padres Scalabrinianos da Região São Paulo destaca 130 anos do Instituto Cristóvão Colombo

Na última terça-feira, 19 de agosto, os Missionários Scalabrinianos da Região São Paulo realizaram seu encontro mensal no Instituto Cristóvão Colombo (ICC), no bairro do Ipiranga, em São Paulo, Brasil. Participaram Padres das comunidades de Jundiaí, São Bernardo do Campo, Santos, Vicente de Carvalho, Missão Paz, Santo Antônio (Patriarca) e do Ipiranga.

O encontro começou com um momento de espiritualidade no local dedicado ao Venerável Pe. José Marchetti, fundador do Orfanato Cristóvão Colombo. Em seguida, os participantes revisitaram a trajetória do ICC, que há 130 anos desenvolve ações voltadas a crianças e adolescentes. Ao longo de sua história, o Instituto se adaptou às legislações de proteção à infância e adolescência, assumindo também o caráter de integração das famílias à missão Scalabriniana.

Atualmente, o Instituto Cristóvão Colombo atende 203 crianças e adolescentes de 32 bairros da capital paulista, em sua maioria migrantes que vivem em ocupações.

Sobre o Instituto Cristóvão Colombo

O Instituto Cristóvão Colombo é uma das mais antigas instituições do Estado de São Paulo. Voltada para crianças e adolescentes, migrantes ou não, iniciou seus trabalhos como Orfanato Cristóvão Colombo.

As ações do ICC se dedicam ao atendimento no contraturno escolar, por meio do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). Destinado a crianças e adolescentes de 4 a 11 anos, possibilita que eles participem de atividades socioeducativas, oficinas para fortalecer os vínculos familiares e comunitários, além de terem acesso à cultura, ao lazer, a uma alimentação saudável e à proteção social. O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos é uma ação contínua em que os usuários participam de grupos acompanhados por educadores sociais.

Tais formações consideram fatores como o ciclo de vida dos conviventes, as vulnerabilidades e situações de risco, bem como as características dos demais integrantes, as atividades adequadas às suas vivências, necessidades e potencialidades, etc. Dessa forma, assegura espaço para o convívio grupal, comunitário e social e o desenvolvimento de relações de afetividade, solidariedade e respeito mútuo; promove a inclusão social; estimula a construção e reconstrução de novas histórias de vida; fortalece os vínculos familiares e comunitários; e amplia universo artístico e cultural das crianças e adolescentes.


Texto: Vitor da Cruz Azevedo, setor de conteúdo do Departamento Regional de Comunicação.

Foto: Arquivo Regional.

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