
Durante a homilia, destacou-se o exemplo de São Carlos Borromeu como pastor zeloso e dedicado à formação do clero e à renovação espiritual da Igreja
No dia 4 de novembro, data em que a Igreja celebra a memória litúrgica de São Carlos Borromeu, a comunidade filosófica São João Batista Scalabrini, em Assunção, Paraguai, realizou uma Celebração Eucarística em honra ao patrono da Congregação, no Seminário São João Batista Scalabrini.
A Santa Missa foi presidida pelo Pe. Alcides Salinas, CS, reitor da Comunidade Filosófica, e concelebrada pelo Animador Vocacional, Pe. Rosalino Gaona Benítez. O momento contou ainda com a presença dos missionários scalabrinianos Pe. José María López, Pe. Roberto Gasparetto e Pe. Camilo Moreira Maforte, além dos religiosos de votos temporários e dos seminaristas do curso de Filosofia e do Seminário Menor.
Durante a homilia, destacou-se o exemplo de São Carlos Borromeu como pastor zeloso e dedicado à formação do clero e à renovação espiritual da Igreja. Sua vida e testemunho continuam a inspirar os Missionários de São Carlos no compromisso com o serviço aos migrantes, refugiados e marítimos, carisma abraçado de seu devoto seguidor e pai espiritual dos Scalabrinianos, São João Batista Scalabrini.
A devoção de Scalabrini a São Carlos Borromeu
São João Batista Scalabrini nutria uma profunda devoção a São Carlos Borromeu, que se refletia tanto em sua espiritualidade quanto em sua atuação pastoral. Ele admirava o Santo por sua dedicação ao povo, especialmente aos mais necessitados, enxergando nele um modelo de liderança que, mesmo em posição de poder, priorizava o serviço e o cuidado com as almas.
Essa inspiração levou Scalabrini a fundar a Congregação dos Missionários de São Carlos- Scalabrinianos, com o objetivo de atender migrantes e promover a justiça social. Para Scalabrini, a figura do Padroeiro também simbolizava a importância da educação e da formação espiritual, motivando-o a modernizar a abordagem pastoral e focar nas necessidades dos migrantes.
A devoção guiou Scalabrini em sua missão de acolhimento e proteção, refletindo um espírito de humildade e serviço. Essa conexão espiritual não só enriqueceu sua vocação, mas também deixou um legado duradouro, inspirando muitos a seguir seu exemplo até os dias atuais.
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Texto: Vitor da Cruz Azevedo, setor de conteúdo do Departamento Regional de Comunicação.
Fotos: Arquivo pessoal.




